{"id":9,"date":"2026-01-16T09:04:32","date_gmt":"2026-01-16T09:04:32","guid":{"rendered":"https:\/\/condominiodosreformados.pt\/?page_id=9"},"modified":"2026-02-10T11:37:12","modified_gmt":"2026-02-10T11:37:12","slug":"condominio-dos-reformados","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/condominiodosreformados.pt\/","title":{"rendered":"Condom\u00ednio dos reformados"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Condom\u00ednio dos reformados<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>O que \u00e9<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 um movimento dos reformados de hoje e dos os que o ser\u00e3o, para exigir o respeito pela cidadania&nbsp; dos reformados no usufruto os seus direitos e uma vida digna, conforme o determina a Constitui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o os cidad\u00e3os Portugueses e naturais, que foram empurrados para o fim da linha pelos pol\u00edticos e governantes, pois unicamente falam neles como caridosos nas elei\u00e7\u00f5es, para lhes apanhar o voto.<\/p>\n\n\n\n<p>Tratam melhor os estrangeiros e se preocupam mais em promover apoios do que aos seus concidad\u00e3os, porque as reforma menores, n\u00e3o conferem uma vida digna e os reformados n\u00e3o aceitar\u00e3o que continuem a dar aos estrangeiros o que negam aos Portugueses<\/p>\n\n\n\n<p>Isto \u00e9 uma trai\u00e7\u00e3o e chega de ser submisso.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>As reformas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As reformas s\u00e3o um problema social nos dois extremos, as&nbsp; muito pequenas e as milion\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<p>As reformas mais baixas, \u00e9 um problema&nbsp; de que os pol\u00edticos falam com preocupa\u00e7\u00e3o nas elei\u00e7\u00f5es, mas logo esquecem e ficam indiferentes,&nbsp; porque os reformados n\u00e3o protestam nas ruas.<\/p>\n\n\n\n<p>Relativamente \u00e0s milion\u00e1rias,&nbsp; garantidamente os pol\u00edticos n\u00e3o permitir\u00e3o qualquer altera\u00e7\u00e3o, porque s\u00e3o os interessados diretos, porque eles as proporcionam e delas usufruem, habituados \u00e0 mordomia, n\u00e3o as querem perder.<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 milhares de reformas, que al\u00e9m de serem pequenas, tem um grave problema,&nbsp; s\u00e3o as penhoras de pens\u00f5es inferiores ao sal\u00e1rio m\u00ednimo. Por\u00e9m, o mais grave \u00e9 que sendo ilegais, com manobras de interpreta\u00e7\u00e3o da lei e com a b\u00ean\u00e7\u00e3o dos Ju\u00edzes, os quais est\u00e3o sentados sobre mordomias inaceit\u00e1veis, num pa\u00eds pobre, deferem-nas, pois como diz o ditado, os problemas dos outros&nbsp; s\u00e3o refresco para eles.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Diz a lei que os vencimentos e pens\u00f5es inferiores ao sal\u00e1rio m\u00ednimo, s\u00e3o impenhor\u00e1veis e que nos restantes, s\u00f3 pode ser penhorado at\u00e9 \u2153 do rendimento at\u00e9 ao limite m\u00e1ximo de \u2153.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para as Finan\u00e7as e Bancos e umas empresas especializadas&nbsp; em cobran\u00e7as \u00e0 for\u00e7a, esse limite n\u00e3o existe, porque penhoram mesmo pens\u00f5es inferiores ao sal\u00e1rio m\u00ednimo e principalmente os subs\u00eddios de f\u00e9rias e natal e o Centro Nacional de Pens\u00f5es obedece.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 um grave problema, ao qual os Deputados n\u00e3o d\u00e3o import\u00e2ncia, pois ocupam mais o tempo no k\u00f3.k\u00f3.r\u00f3.k\u00f3.k\u00f3, em agress\u00f5es verbais e algum tempo para os neg\u00f3cios favor\u00e1veis aos partidos mas os problemas do Pa\u00eds e dos cidad\u00e3os, fica para a pr\u00f3xima legislatura.<\/p>\n\n\n\n<p>Este assunto ir\u00e1 ser discutido da forma conveniente, dentro dos direitos que a Constitui\u00e7\u00e3o estabelece.<\/p>\n\n\n\n<p>O Centro Nacional de Pens\u00f5es&nbsp; abusou dos&nbsp; reformados durante muitos anos, ao demorar anos a calcular o valor da reforma. Achando que o castigo era leve,&nbsp;&nbsp; obrigou os reformados a pagar IRS, a taxas exorbitantes como ricos, com o processamento das reformas relativas aos anos anteriores&nbsp;&nbsp; acumulados num ano, que&nbsp; sendo isentos pelo rendimento de cada ano, conforme o determina o C\u00f3digo do IRS, pagavam o imposto com al\u00edquotas muito superiores pelo valor total.<\/p>\n\n\n\n<p>As Finan\u00e7as aproveitaram-se disso e por despacho&nbsp; aos servi\u00e7os, determinou que a taxa a aplicar era a correspondente ao total pago no ano de pagamento. O C\u00f3digo do IRS, \u00e9 claro e inequ\u00edvoco, declarando que os rendimentos s\u00e3o tributados no ano a que estes correspondem. Isto criou situa\u00e7\u00f5es de injusti\u00e7a violenta, pois os reformados isentos de IRS, pagavam imposto pela elevada base tribut\u00e1vel e al\u00edquota, pois houve situa\u00e7\u00f5es em que a reforma recebida era inferior ao imposto liquidado.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Com tantos doutores e economistas que&nbsp; as Finan\u00e7as tem,&nbsp;&nbsp; sabendo que este procedimento violava a Constitui\u00e7\u00e3o pela desigualdade e o C\u00f3digo do IRS, mas era um problema dos outros. Se um cidad\u00e3o que rouba um bem no supermercado, \u00e9 um ladr\u00e3o, logo o Minist\u00e9rio da Finan\u00e7as, que roubava os pensionistas era ladr\u00e3o. Por\u00e9m, costumam definir esse procedimento como um \u201cdesvio\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Felizmente isso acabou recentemente, com o recurso \u00e0 Assembleia da Rep\u00fablica, mas muitos reformados n\u00e3o tendo tido conhecimento desse facto, n\u00e3o apresentaram declara\u00e7\u00f5es de substitui\u00e7\u00e3o para receberem o dinheiro,&nbsp; perdendo-o, quando deveria ter sido a AT a calcular e restituir. S\u00e3o maus cidad\u00e3os.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>As Caixas de Previd\u00eancia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O mal dos reformados est\u00e1 nesta sigla, \u201cSeguran\u00e7a Social\u201d, que antes se chamava \u201cCaixa de Previd\u00eancia e Abono de Fam\u00edlia\u201d, em que os descontos dos trabalhadores e as contribui\u00e7\u00f5es pagas pelas empresas \u00e0 Caixa de Previd\u00eancia, serviam para garantir o pagamento das reformas desses trabalhadores, o apoio social e sa\u00fade. Parte das contribui\u00e7\u00f5es financeiras eram aplicados em im\u00f3veis, em empresas s\u00f3lidas e fundos de investimentos que geravam rendimento para garantir as reformas.<\/p>\n\n\n\n<p>As Caixas de Previd\u00eancia eram fundos com patrim\u00f3nio real que garantia direitos aos trabalhadores. Com a Seguran\u00e7a Social, o que se paga desaparece nas despesas do Estado e a garantia&nbsp;&nbsp; dependente da situa\u00e7\u00e3o das finan\u00e7as do Pa\u00eds. As contribui\u00e7\u00f5es sociais n\u00e3o s\u00e3o impostos.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Haviam tamb\u00e9m as Caixas de Previd\u00eancia de Empresas como Bancos, Advogados, etc, que garantiam as reformas aos seus funcion\u00e1rios, as quais tinham muito dinheiro, sendo geridas pelos pr\u00f3prios.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando os trabalhadores&nbsp; descontam e as empresas pagam as contribui\u00e7\u00f5es, significa que est\u00e3o criar uma \u201cconta poupan\u00e7a\u201d para o futuro&nbsp;&nbsp; dos trabalhadores que pagam, mas desaparece.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O assalto \u00e0s Caixas de Previd\u00eancia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Como havia muito dinheiro livre, perante&nbsp; a falta dele ao Governo, encontraram a solu\u00e7\u00e3o f\u00e1cil e deitar a m\u00e3o naquela massa e patrim\u00f3nio das Caixas de Previd\u00eancia foi f\u00e1cil,&nbsp; confiscaram&nbsp;&nbsp; o dinheiro, mas gastaram-no imediatamente. O governo instituiu a&nbsp; a Seguran\u00e7a Social em 1984, pois em 1983, M\u00e1rio Soares tinha o Pa\u00eds falido e sem dinheiro. Foi pedir ao FMI mas n\u00e3o foi suficiente porque a economia estava de rastos. Passou o Estado a garantir as reformas, mas&nbsp; falido j\u00e1 duas vezes e tecnicamente sempre, quando n\u00e3o chega para pagar os juros da d\u00edvida p\u00fablica, como vai pagar as reformas?<\/p>\n\n\n\n<p>Paga bem a uns e muito pouco a outros.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando M\u00e1rio Soares instituiu a Seguran\u00e7a Social, foi j\u00e1 sob reserva mental, pois sabia que estava a mentir e enganar os trabalhadores, mas a for\u00e7a&nbsp; dos reformados de hoje e futuros, poder\u00e3o fazer retroceder e repor a legalidade.<\/p>\n\n\n\n<p>As <strong>presta\u00e7\u00f5es sociais,<\/strong> que s\u00e3o suportadas pelos contribui\u00e7\u00f5es dos que trabalham, passar\u00e3o para&nbsp; um encargo do Estado, pelo que o Or\u00e7amento, ter\u00e1 verba para isso, sendo assim, suportada por todos os cidad\u00e3os&nbsp; e n\u00e3o pelos&nbsp; trabalhadores da \u00e1rea privada, como acontece agora. Moralmente e legalmente, nenhum trabalhador \u00e9 obrigado a manter quem n\u00e3o gosta de trabalhar, n\u00e3o trabalhou&nbsp; ou estrangeiros.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u201c\u00c9 necess\u00e1rio Impor um limite m\u00ednimo e um m\u00e1ximo nas reformas e acabar com o roubo que existe com as&nbsp; milion\u00e1rias, que falta nas pequenas o que moralmente inaceit\u00e1vel\u201d.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>A situa\u00e7\u00e3o das reformas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O estado atual \u00e9 consequ\u00eancia de muitos factos mas o que se descreve a seguir merece uma justifica\u00e7\u00e3o dos pol\u00edticos que os&nbsp; promovem . ( os elementos s\u00e3o p\u00fablicos na internet)<\/p>\n\n\n\n<p>O Banco de Portugal \u00e9 um pequeno Pa\u00eds dentro do Pais. Tem um Governador similar a um Pa\u00eds do petr\u00f3leo e recebe tanto como o similar Americano, 20.000,00\u20ac\/ m\u00eas. \u00c9 um tacho pol\u00edtico dos partidos.<\/p>\n\n\n\n<p>O mandato era de cinco anos, mas passou para sete. Ao fim do mandato tem direito a uma reforma pelo fundo de pens\u00f5es do pr\u00f3prio Banco (digo Estado), porque a Constitui\u00e7\u00e3o aqui n\u00e3o mete o bedelho. Um cidad\u00e3o para ter direito a uma reforma de merda, trabalha at\u00e9 aos&nbsp; 66 anos, mas os pol\u00edticos aos fim se cinco ou sete anos, tem uma choruda e outra mais tarde.<\/p>\n\n\n\n<p>A reforma do Governador do Banco de Portugal, \u00e9 pouco inferior ao sal\u00e1rio de 20.000,00\u20ac.&nbsp; Somada a outra ou outras reformas, d\u00e1 um valor que ofende a dignidade dos Portugueses. Mas ainda vir\u00e3o outros tachos na UE, que garante mais uma.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas as mordomias n\u00e3o s\u00e3o s\u00f3 do Governador, mas tamb\u00e9m dos administradores de topo, para onde v\u00e3o os pol\u00edticos dos partidos, fazer uma comiss\u00e3o de servi\u00e7o durante alguns anos, o que&nbsp; d\u00e1 uma reforma. Isto \u00e9 roubar o Estado e os cidad\u00e3os.<\/p>\n\n\n\n<p>O Presidente da Rep\u00fablica, n\u00e3o deveria permitir que no territ\u00f3rio, haja feudos como o Banco de Portugal e sendo do Estado, consomem dinheiro p\u00fablico. Mesmo assim, n\u00e3o se inibem de criar mordomias com patrim\u00f3nio imobili\u00e1rio recebido em pagamento de coimas e ter-se apropriado de uma propriedade de luxo, denominada Quinta do&nbsp; Ferreira, proveniente de pagamento de coimas do Banco Portugu\u00eas de Neg\u00f3cios ao Banco de Portugal.&nbsp; Este im\u00f3vel deveria ter sido vendido e&nbsp; receita produtiva do Estado, mas foi reconvertido em propriedade de lazer de luxo, de uso exclusivo dos administradores. O valor \u00e9 segredo de Estado. Esta propriedade consome dinheiro p\u00fablico exorbitante no valor de 1,3 milh\u00f5es de euros, s\u00f3 para o tratamento dos espa\u00e7os verdes. Quanto custar\u00e1 o restante? Os contribuintes meteram no banco BPN 3,7 mil milh\u00f5es de euros. Nem o Tribunal de Contas interfere.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>M\u00e1rio Centeno, j\u00e1 fez outra investida para um tacho no BCE, mas foi-lhe negado. Mais uma reforma vir\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p>Victor Const\u00e2ncio, outro governador, recebia 18.000,00\u20ac \/ m\u00eas no Banco de Portugal. Levou a reforma do banco.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi para o tacho do BCE&nbsp; e terminou o mandato com direito \u00e0 reforma. \u00c9 p\u00fablico na internet, que recebe nas duas reformas no valor de&nbsp; 27.000,00\u20ac. Falta somar a reforma do Centro Nacional de Pens\u00f5es. No seu mandato, deixou passar as fraudes no BPN. Ganham tanto dinheiro para qu\u00ea? Mas n\u00e3o foi s\u00f3 o BPN, foram todos os Bancos que arquitetaram fraudes \u00e0s quais o Banco de Portugal fechou os olhos, assim s\u00e3o incompetentes e os contribuintes pagam. Banqueiros e governadores s\u00e3o amigos e h\u00e1 favores de amigo.<\/p>\n\n\n\n<p>Jardim Gon\u00e7alves recebe 167.000,00\u20ac \/m\u00eas, de reforma, o n\u00famero est\u00e1 correto, n\u00e3o \u00e9 erro, cabendo ao Centro Nacional de Pens\u00f5es 40%&nbsp; ou seja 66.800,00\u20ac.<\/p>\n\n\n\n<p>O&nbsp; Centro Nacional de Pens\u00f5es tem um rol absurdo de pens\u00f5es superiores a 10.000,00\u20ac. Mas ao rol de pol\u00edticos que as recebem ser\u00e1 grande, a&nbsp; acrescentar a outras chamando-lhes subven\u00e7\u00f5es, muitas&nbsp; desconhecidas pela prote\u00e7\u00e3o de dados .&nbsp; \u00c9 uma ofensa \u00e0 cidadania.<\/p>\n\n\n\n<p>Um cidad\u00e3o que descontou e receba uma reforma de&nbsp; 300,00\u20ac,\/ m\u00eas&nbsp; ao comparar com 167.000,00\u20ac e sendo do CNP, de 68.000,00\u20ac\/ m\u00eas, n\u00e3o acredita.<\/p>\n\n\n\n<p>Portugal \u00e9 um Pa\u00eds pobre e falido, porque n\u00e3o tem capacidade de pagar o que deve aos credores da d\u00edvida p\u00fablica, pois para isso rouba nas reformas. H\u00e1 um pa\u00eds rico, que paga magnanimamente a altos cargos p\u00fablicos e pol\u00edticos e um pobre que n\u00e3o garante uma condi\u00e7\u00e3o de vida digna aos pobres, porque agora tem duas classes, os muito ricos e os pobres.<\/p>\n\n\n\n<p>A propaganda pol\u00edtica do p\u00f3s 25 de Abril, prometia o c\u00e9u , a justi\u00e7a e a igualdade, mas trouxe a desigualdade a injusti\u00e7a e a ditadura camuflada de hoje, mas vis\u00edvel se estiver atento.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Se os reformados n\u00e3o tomarem a\u00e7\u00f5es&nbsp; para a reposi\u00e7\u00e3o da justi\u00e7a com&nbsp; o estabelecimento de limites, o Governo de livre vontade n\u00e3o o far\u00e1.&nbsp;&nbsp; Por decis\u00e3o dos Deputados tamb\u00e9m n\u00e3o haver\u00e1 altera\u00e7\u00e3o, restando um referendo aos cidad\u00e3os. Assim, \u00e9 necess\u00e1rio impor referendos para os cidad\u00e3os decidirem e arrancar o freio dos dentes dos pol\u00edticos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O fim de vida dos reformados<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Alguns t\u00eam mais sorte, mas muitos, pelo que se v\u00ea na televis\u00e3o, s\u00e3o colocados&nbsp; como&nbsp; num dep\u00f3sito de sucata \u00e0 espera de serem enviados para a reciclagem final. Com uma reforma miser\u00e1vel, o Complemento Social para Idosos, de 670,67\u20ac, que j\u00e1 \u00e9 um milagre para juntar aos 263,00\u20ac da Pens\u00e3o Social por Velhice, mas o internamento em lares fraudulentos, que enganam os familiares e maltratam os idosos, \u00e9 um facto que necessita de fiscaliza\u00e7\u00e3o, mais frequente e espont\u00e2nea, sem aviso, como forma de evitar o compadrio dos servi\u00e7os e&nbsp; os extremos da degrada\u00e7\u00e3o da vida humana dos idosos, porque \u00e9 um grande neg\u00f3cio.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 isto que revolta os cidad\u00e3os, ver os governantes prestar assist\u00eancia a quem vem para o Pa\u00eds usar e abusar de apoios, como se o Pa\u00eds fosse uma Institui\u00e7\u00e3o de apoio social, enquanto conscientemente, permitem estas situa\u00e7\u00f5es de extrema pobreza.<\/p>\n\n\n\n<p>Como consequ\u00eancia de governantes e militares assassinos, filhos de umas grandes p\u2026., que entre putinismo e nazismo n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7a, com a guerra lan\u00e7am cidad\u00e3os de pa\u00edses na extrema pobreza e destrui\u00e7\u00e3o com a guerra, facto que j\u00e1 obriga os pa\u00edses a gastar somas colossais para material de guerra. O dinheiro no Pa\u00eds, n\u00e3o nasce de petr\u00f3leo ou ouro, mas sim do trabalho. Para ir dinheiro para a guerra, ele vai faltar noutro lugar e geralmente quem sofre \u00e9 a sa\u00fade e as reformas.<\/p>\n\n\n\n<p>Todo o mal da humanidade resulta da cria\u00e7\u00e3o dos partidos, cuja doutrina pol\u00edtica diz que os cidad\u00e3os tem liberdade de escolha e de express\u00e3o relativa, sendo atribu\u00eddo o poder de representa\u00e7\u00e3o no presidente do partido, que uma vez eleito, assume o poder de representa\u00e7\u00e3o de todos os cidad\u00e3os.<\/p>\n\n\n\n<p>Um exemplo claro e perigoso \u00e9 agora o trumpsimo.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma sociedade comercial, \u00e9 administrada pelo concelho de administra\u00e7\u00e3o que delega num administrador ou gerente o poder para a pr\u00e1tica de determinados atos, mas pela pratica atos que est\u00e3o fora da al\u00e7ada do mandato de gest\u00e3o e decididos em assembleia, \u00e9 respons\u00e1vel pelos atos, pode ser destitu\u00eddo de imediato pelo abuso do poder delegado.<\/p>\n\n\n\n<p>Os pol\u00edticos, criaram a Constitui\u00e7\u00e3o sem a explicarem claramente aos cidad\u00e3os e formam uma panela onde s\u00f3 eles comem e assumem o poder absoluto por vezes macabro. A destitui\u00e7\u00e3o do governo, pode depender do Presidente ou da Assembleia, mas sendo todos pol\u00edticos e afetos aos partidos, o ditador que conquistou o poder, sempre intimida a Assembleia e fica com o poder absoluto sobre os cidad\u00e3os.<\/p>\n\n\n\n<p>Retirar o poder dos partidos e atribuir o poder de decis\u00e3o aos cidad\u00e3os, cuja decis\u00e3o por maioria vincular\u00e1 o governo.<\/p>\n\n\n\n<p>Reformado e velhice \u00e9 um destino implac\u00e1vel de todos os cidad\u00e3os que l\u00e1 chegarem. Por isso, nas decis\u00f5es sobre reformados, reformas e vida digna dos reformados na velhice, tudo o que for apresentado a referendo a maioria decidir\u00e1 o que o governo far\u00e1.&nbsp; Assim, acabar\u00e3o as reformas milion\u00e1rias, as altas reformas e as miser\u00e1veis. Impor um limite m\u00e1ximo, sem subven\u00e7\u00f5es e um limite m\u00ednimo \u00e9 imperioso.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A imigra\u00e7\u00e3o e&nbsp; a Seguran\u00e7a Social<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 factos que agridem os direitos dos reformados, pelo dinheiro que consomem,&nbsp; fruto dos seus descontos que deveriam ser os benefici\u00e1rios diretos. A lei determina que o cidad\u00e3o s\u00f3 entra no Pa\u00eds perante a prova de capacidade financeira para a subsist\u00eancia. Perante a ilegalidade de perman\u00eancia, as autoridades tem de dar ordem de regresso.<\/p>\n\n\n\n<p>A conversa fiada de que os imigrantes salvam do descalabro a Seguran\u00e7a Social, coloca os Portugueses que trabalham,&nbsp; no setor privado, como chulos dos emigrantes. Considerar que os milh\u00f5es que entram na Seguran\u00e7a Social s\u00e3o uma esmola \u00e9 inaceit\u00e1vel e ofende a dignidade dos Portugueses. \u00c9 uma falsa not\u00edcia das ag\u00eancias de comunica\u00e7\u00e3o dos partidos, que s\u00e3o uma m\u00e1quina de trucidar a not\u00edcia que n\u00e3o lhes conv\u00e9m pela&nbsp; m\u00e1 gest\u00e3o p\u00fablica e&nbsp; para justificar o injustific\u00e1vel e nesta ultimas elei\u00e7\u00f5es a destrui\u00e7\u00e3o da moral e da personalidade de candidatos, para impor de forma perent\u00f3ria o seu candidato. Isto chama-se ditadura.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sen\u00e3o vejamos a realidade dos factos:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Das contribui\u00e7\u00f5es entradas na Seguran\u00e7a Social, 11% pertencem ao trabalhador e 23,75% s\u00e3o contribui\u00e7\u00f5es do empregador e os trabalhadores independentes pagam 21,4%. \u00c9 falsa a not\u00edcia, porque o maior pagador \u00e9 a entidade patronal.<\/p>\n\n\n\n<p>O sal\u00e1rio m\u00ednimo em 2025 era&nbsp; de 870,00\u20ac e 11% correspondem a 95,70\u20ac p\/ imigrante trabalhador.<\/p>\n\n\n\n<p>Se o imigrante tiver consigo a mulher e um filho pequeno, s\u00e3o 3 pessoas com direito \u00e0 assist\u00eancia na sa\u00fade e um desconta o m\u00ednimo. Mas como a lei permite o reagrupamento familiar,&nbsp; trazendo os Pais&nbsp; poder\u00e3o ser 7&nbsp; pessoas.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas como podem trazer tamb\u00e9m os av\u00f3s de&nbsp; acordo com a lei, ser\u00e3o mais 4 pessoas e no total poder\u00e3o ser 11 pessoas. \u00c9 muita gente a ter direito a assist\u00eancia sem pagar um chavo, agregados a um cidad\u00e3o que paga 95,00\u20ac. Isto salva a Seguran\u00e7a Social?<\/p>\n\n\n\n<p>Mas falta ainda considerar que,&nbsp; com um filho, at\u00e9 aos 36 meses pode receber de abono 186,87\u20ac \/m\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<p>Se o filho for para uma creche ou infant\u00e1rio, custa \u00e0 seguran\u00e7a Social&nbsp; por m\u00eas, pago \u00e0 institui\u00e7\u00e3o, 474,00\u20ac \/ m\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<p>Paga o subsidio mensal, durante 180 dias, como ordenado.<\/p>\n\n\n\n<p>Pelo parto num hospital privado para onde v\u00e3o muitos, o SNS paga 3.000,00\u20ac<\/p>\n\n\n\n<p>Os exames pr\u00e9-natal tamb\u00e9m custam dinheiro;<\/p>\n\n\n\n<p>Os nascimentos de estrangeiros s\u00e3o o triplo dos nacionais;<\/p>\n\n\n\n<p>Um Portugu\u00eas por uma ecografia&nbsp; pode esperar&nbsp; mais de um ano;<\/p>\n\n\n\n<p>Como tamb\u00e9m costumam trazer familiares, j\u00e1 idosos, o custo da sa\u00fade pode ser . 3, 7 ou 11vezes mais. Assim,&nbsp; entopem o SNS e custa muito&nbsp; dinheiro.<\/p>\n\n\n\n<p>V\u00e3o ter direito a uma reforma. Para melhorar a reforma m\u00ednima, n\u00e3o h\u00e1 dinheiro para para isto h\u00e1. De onde vir\u00e1 o dinheiro?<\/p>\n\n\n\n<p>A educa\u00e7\u00e3o do Pa\u00eds era e \u00e9 problem\u00e1tica pela falta de professores e escolas degradadas. A contrata\u00e7\u00e3o de professores e espa\u00e7o, custa muito dinheiro e tem aparecido sempre, mas retido de outras verbas.<\/p>\n\n\n\n<p>Os transportes s\u00e3o subsidiados, a energia \u00e9 subsidiada, para baixa renda. Os Portugueses pagam.<\/p>\n\n\n\n<p>A atribui\u00e7\u00e3o de nacionalidade e resid\u00eancia, e sob o pretexto de reuni\u00e3o familiar, a vinda de ascendentes em primeiro e segundo grau, ser\u00e1 a senten\u00e7a de morte do direito a uma reforma digna.<\/p>\n\n\n\n<p>Estes cidad\u00e3os pela idade, em poucos anos, atingem a idade da reforma e de direito n\u00e3o moral, sem descontos tem direito \u00e0 Pens\u00e3o social por Velhice no valor de 263,00\u20ac, acrescido do complemento solid\u00e1rio de 45,67\u20ac.<\/p>\n\n\n\n<p>Vai para um lar e n\u00e3o tendo rendimentos, tem a comparticipa\u00e7\u00e3o de 523,29\u20ac<\/p>\n\n\n\n<p>Pode ter ainda o complemento social para idosos de 670,00\u20ac.<\/p>\n\n\n\n<p>Antes do 25 de Abril&nbsp; era dif\u00edcil, mas depois a vida anda em suspenso sempre na expetativa de uma crise. A vida no Pa\u00eds depende do que recebe da UE e \u00e9 muito dinheiro, at\u00e9 ao dia em que deixar de receber e obrigado a pagar. Recentemente o Pa\u00eds recebeu uma soma colossal de euros, que permitiu melhorar muitos servi\u00e7os p\u00fablicos e com ajustes diretos, muita gente encheu os bolsos, porque era dinheiro f\u00e1cil e vivo. Quando a teta deixar de dar leite, vai ser bonito!<\/p>\n\n\n\n<p>Se em vez de proporcionarem facilidades a estrangeiros, porque n\u00e3o dar incentivos aos nacionais para n\u00e3o imigrarem e invistam no Pa\u00eds, em vez de proporcionar mais produtividade noutros pa\u00edses, desperdi\u00e7ando o custo da Universidade ou t\u00e9cnico.&nbsp; Fazem o contr\u00e1rio, recebendo cidad\u00e3os sem qualifica\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica. Est\u00e3o a criar problemas para a pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o e mais dificuldades para os reformados.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;\u00c9 bom que os cidad\u00e3os entendam, que se agora j\u00e1 \u00e9 dif\u00edcil, quando mais tarde os imigrantes forem pedindo&nbsp; a reforma a que t\u00eam direito, muitos&nbsp; sem pagarem um chavo para esse direito, que&nbsp;&nbsp; moralmente n\u00e3o tem.&nbsp; A mis\u00e9ria dos mais pobres \u00e9 garantida. Nessa altura, alguns governantes estar\u00e3o a gozar a reforma em pa\u00edses tropicais, sentados no dinheiro que acumularam em \u201coffshors\u201d, porque \u00e9 para isso que v\u00e3o para o governo.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, atualmente a entrada de imigrantes no Pa\u00eds, financeiramente e socialmente foi desastrosa, mas o pior \u00e9 o custo no futuro que ser\u00e1 catastr\u00f3fico.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Isto resolve-se com audi\u00e7\u00e3o dos Portugueses naturais para a altera\u00e7\u00e3o da Constitui\u00e7\u00e3o e com a imposi\u00e7\u00e3o de retroagir para a Previd\u00eancia Social dos Trabalhadores, em que os descontos destes e das empresas, ser\u00e3o para pagamento exclusivo desses trabalhadores e fam\u00edlias.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As<strong> presta\u00e7\u00f5es sociais, s\u00e3o um encargo do Estado, pelo que o Or\u00e7amento de Estado,<\/strong> ter\u00e1 a verba para isso, porque \u00e9 responsabilidade de todos os cidad\u00e3os e n\u00e3o dos trabalhadores da \u00e1rea privada, como acontece agora. Moralmente e legalmente, nenhum trabalhador \u00e9 obrigado a manter quem n\u00e3o gosta de trabalhar e e n\u00e3o trabalhou. Gozou a vida e agora paga a fatura.<\/p>\n\n\n\n<p>Fazendo a pondera\u00e7\u00e3o entre o n\u00famero de imigrantes, os seus descendentes&nbsp; e a quantidade dos que entrar\u00e3o ainda no Pa\u00eds, dentro de uma d\u00e9cada, podem formar um partido em Portugal e vencem as elei\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Onde est\u00e1 o patriotismo e o esp\u00edrito da nacionalidade. A estocada foi dado pelo Primeiro Ministro Ant\u00f3nio Costa. Estas situa\u00e7\u00f5es tem dado mau resultados em v\u00e1rios pontos do mundo e h\u00e1 pouco tempo na civilizada Centro da Europa. Curioso \u00e9 que pela UE, Ant\u00f3nio Costa e \u00e0 \u00cdndia e recebido com pompa e circunst\u00e2ncia, para assinar acordos para a vinda de t\u00eaxteis e outros para a Europa. A China atingiu a prosperidade \u00e0 custa da UE. Agora vem a \u00cdndia. \u00c9 a terceira maior economia do mundo e cpom maior popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Um facto<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Assim, \u00e9 interessante referir que a popula\u00e7\u00e3o Portuguesa s\u00e3o 10,4 milh\u00f5es; O PSD, o maior partido teve 1.971.558 votos.<\/p>\n\n\n\n<p>15% da popula\u00e7\u00e3o Portuguesa 10,4 milh\u00f5es representam1.560.000 cidad\u00e3os. S\u00e3o os cidad\u00e3os estrangeiros que para ganharem umas elei\u00e7\u00f5es falta pouco. O patrim\u00f3nio produtivo e servi\u00e7os&nbsp; do Estado, praticamente foi todo vendido. Se os estrangeiros j\u00e1 declaram na televis\u00e3o para toda a gente ouvir, que a terra \u201c\u00e9 de ningu\u00e9m\u201d e estando c\u00e1, ocupam e \u00e9 deles. O mundo est\u00e1 todo \u00e0s avessas e de um momento para o outro, passamos de colonizadores, para colonizados dos ex. Colonizados.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A URSS ou R\u00fassia atual, com o comunismo, fomentou a emigra\u00e7\u00e3o de Russos para a Ucr\u00e2nia no p\u00f3s Segunda Guerra.&nbsp; Nas terras conquistadas&nbsp; onde j\u00e1&nbsp; \u00e9 superior a 50%, mas de forma fraudulenta, assumiram-se como a maioria, decretaram&nbsp; a propriedade desses territ\u00f3rios e massacram&nbsp; os Ucranianos..&nbsp; O facilitismo paga-se caro e h\u00e1 muitos exemplos. O esp\u00edrito de nacionalidade dos Ucranianos&nbsp; \u00e9 de tal envergadura que preferem morrer e viver miseravelmente e aceitar ser dominado pelos russos.<\/p>\n\n\n\n<p>Na Europa Central houve s\u00e9rios problemas resultantes de situa\u00e7\u00f5es similares, de guerras raciais para o exterm\u00ednio. Os nossos governantes acreditam que os males s\u00f3 acontecem aos outros.<\/p>\n\n\n\n<p>Houve o nazismo comandado por \u201cum\u201d e o que a hist\u00f3ria conta, no mundo de hoje, h\u00e1 o trumpismo nos mesmos moldes.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A solu\u00e7\u00e3o do deficit&nbsp; da Seguran\u00e7a Social<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Isto resolve-se, com a imposi\u00e7\u00e3o do retorno para a cria\u00e7\u00e3o da <strong>Caixa de<\/strong> <strong>Previd\u00eancia Social dos trabalhadores<\/strong>, em que os descontos dos trabalhadores e empresas, ser\u00e3o para pagamento exclusivo desses trabalhadores e fam\u00edlias.<\/p>\n\n\n\n<p>Perante uma nova crise financeira que vir\u00e1, dessa forma o governo n\u00e3o ter\u00e1 possibilidade de suspender a atualiza\u00e7\u00e3o das reformas.<\/p>\n\n\n\n<p>Portugal necessita de m\u00e3o de obra e a&nbsp; imigra\u00e7\u00e3o para trabalho \u00e9 parte da solu\u00e7\u00e3o&nbsp; mas com controlo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A entrada de imigrantes, a autoriza\u00e7\u00e3o de resid\u00eancia e as nacionalidades, devem ser referendadas aos cidad\u00e3os, com a apresenta\u00e7\u00e3o de todos os pressupostos, <strong>para a revers\u00e3o das nacionalidades e resid\u00eancias concedidas, <\/strong>&nbsp;porque representam um perigo para a cidadania e um preju\u00edzo financeiro para a Seguran\u00e7a Social insustent\u00e1vel no futuro pr\u00f3ximo. Atualmente quem der uma opini\u00e3o de direitos sobre a imigra\u00e7\u00e3o, \u00e9 acusado de racista e xen\u00f3fobo.<\/p>\n\n\n\n<p>Portugal tem cidad\u00e3os registados nos Centros de Empregos e m cursos de forma\u00e7\u00e3o, quase um milh\u00e3o de cidad\u00e3os. H\u00e1 falta de m\u00e2o-de-obra?<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 uma quest\u00e3o que&nbsp; ultrapassa os limites do que \u00e9 o mandato para governar.&nbsp; \u00c9 um assunto que \u00e9 empurrado para a al\u00e7ada da&nbsp; Constitui\u00e7\u00e3o, que est\u00e1 desenquadrada da realidade social de hoje.&nbsp; Nas elei\u00e7\u00f5es, nunca os governantes apresentaram essa pretens\u00e3o&nbsp; e por incompet\u00eancia, porque n\u00e3o viram no&nbsp;&nbsp; curto prazo&nbsp; as consequ\u00eancias, o que s\u00e3o contas elementares da escola prim\u00e1ria. Principalmente o que fez Ant\u00f3nio Costa, que mandou vir uma quantidade absurda de conterr\u00e2neos, como se este territ\u00f3rio fosse de sua propriedade e a convic\u00e7\u00e3o deles aqui j\u00e1 manifestam ser sua propriedade tamb\u00e9m. Muitos cidad\u00e3os n\u00e3o se lembrar\u00e3o, mas os Portugueses foram corridos atiro e sequestrados, para abandonarem umas negas pequeninas de terra \u00cdndia, que administravam desde 1498, quando Vasco da Gama chegou aquela terra.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Uma fam\u00edlia com dois filhos, necessita&nbsp; menos de um T3 para viver condignamente, mas se l\u00e1 meter dois sogros, algu\u00e9m ter\u00e1 de dormir no sof\u00e1 da sala, ou ent\u00e3o procurar outra habita\u00e7\u00e3o. Aqui entra a lei da oferta e procura e vai ter problemas. Se chegarem alguns amigos para dormir na casa, esta vira uma favela, sendo necess\u00e1rio corrigir os erros e indisciplina. \u00c9 do que o Pa\u00eds necessita, corrigir os erros em vez de continuara aument\u00e1-los. H\u00e1 emigrantes que regressariam a Portugal se o governo&nbsp; proporcionasse melhores condi\u00e7\u00f5es. \u00c9 Necess\u00e1rio que hajam maias nascimentos, mas n\u00e3o melhora as condi\u00e7\u00f5es das m\u00e3es Portuguesas e melhor abono de fam\u00edlia, mas em vez disso, paga caro para estrangeiras virem parir e conferir nacionalidades.<\/p>\n\n\n\n<p>Havia e h\u00e1 muitos im\u00f3veis degradados, alugados ou desabitados. Na economia capitalista, se o senhorio quer fazer&nbsp; render o investimento do seu trabalho para melhorar as condi\u00e7\u00f5es da habita\u00e7\u00e3o para arrendar,&nbsp;&nbsp; assiste-lhe o direito de aumentar a renda,&nbsp; mas o governo para fazer&nbsp; fazer apoio social \u00e0 custa dos senhorios, limita o aumento das rendas, se o inquilino n\u00e3o tiver renda suficiente. Isto&nbsp; viola o princ\u00edpio da igualdade e limita direitos. Se as rendas aumentam demasiado em rela\u00e7\u00e3o aos ordenados, \u00e9 porque os governantes n\u00e3o souberam administrar a economia do Pa\u00eds e isto acontece porque efetivamente quem governa, n\u00e3o \u00e9 competente, mas simplesmente aproveita as mordomias por ter chegado a sua vez no partido e ir para o taxo supremo.<\/p>\n\n\n\n<p>Para resolver o problema na hora e em cima do joelho, para mostrar&nbsp; que faz servi\u00e7o, o governo abriu a porta a investidores a quem dava benef\u00edcios fiscais,&nbsp; que negava aos senhorios Portugueses.&nbsp; Era a&nbsp; oportunidade de estrangeiros lavarem dinheiro comprando im\u00f3veis e direito a nacionalidade, o que foi aproveitado.<\/p>\n\n\n\n<p>Os Reformados que habitavam esses im\u00f3veis, foram despejados e lan\u00e7ados \u00e0 sua sorte, ou seja, al\u00e9m de pobres agora s\u00e3o miser\u00e1veis e o governo a assobiar apara o alto.<\/p>\n\n\n\n<p>Os governos s\u00e3o t\u00e3o incompetentes, que ao abrirem a porta do Pa\u00eds para quem quer entrar, n\u00e3o se preocupou em questionar onde estes iriam dormir. A conclus\u00e3o foi, \u201csafe-se como poder\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A Constitui\u00e7\u00e3o garante o direito \u00e0 habita\u00e7\u00e3o a qualquer cidad\u00e3o, que \u00e9 um preceito comunista, cujo&nbsp; sistema foi implantado no p\u00f3s 25 de Abril, mas sendo destronado do acesso \u00e0 governa\u00e7\u00e3o, que&nbsp; por sorte n\u00e3o se transformou num Pa\u00eds comunista.&nbsp; A Constitui\u00e7\u00e3o manteve-se e permitiu que os estrangeiros abusassem de direitos que moralmente n\u00e3o deveriam ter.<\/p>\n\n\n\n<p>Geralmente s\u00e3o os&nbsp; pol\u00edticos de pequenos partidos em decl\u00ednio,&nbsp; que procuram votos&nbsp; a evidenciar a caridade, mas com o dinheiro dos impostos e n\u00e3o com o dinheiro pr\u00f3prio, porque essa \u00e9 a verdadeira caridade. Preocupam em promover habita\u00e7\u00e3o para os estrangeiros, mas para os Portugueses naturais nada, est\u00e3o a trair quem lhe deu o voto.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u00c9 fundamental decidir em referendo pelos cidad\u00e3os naturais,&nbsp; sobre a revoga\u00e7\u00e3o na Constitui\u00e7\u00e3o das concess\u00f5es da&nbsp; nacionalidade e de resid\u00eancia no Pa\u00eds&nbsp; e perman\u00eancia al\u00e9m do prazo permitido por lei e sem garantia de subsist\u00eancia pr\u00f3pria a que \u00e9 obrigado por lei, o que determinar\u00e1&nbsp; o seu regresso \u00e0 origem.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>O&nbsp; direito \u00e0 habita\u00e7\u00e3o, \u00e9 um pressuposto do sistema comunista, em que os cidad\u00e3os n\u00e3o tem direito de propriedade, onde tudo \u00e9 do Estado. S\u00f3 nesta situa\u00e7\u00e3o \u00e9 devida a exig\u00eancia do direito \u00e0 habita\u00e7\u00e3o porque trabalharam. Tudo \u00e9 de todos diz a doutrina comunista, mas a realidade \u00e9 que tudo \u00e9 de alguns e dos outros nada, mas tem de trabalhar caladinhos ou levam porrada e v\u00e3o para o desterro no gelo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>E confundir direitos com caridade n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel neste Pa\u00eds. Portugal n\u00e3o tem de garantir habita\u00e7\u00e3o a pessoas que entram. Os estrangeiros, por estarem no territ\u00f3rio&nbsp; proclamam e exigem uma habita\u00e7\u00e3o.&nbsp; \u00c9 desajustado, porque promove a desigualdade, o que cria uma classe de oportunistas que vivem \u00e0 custa dos outros. No sistema capitalista, que infelizmente \u00e9 o que vigora e visa o lucro e acumula\u00e7\u00e3o de capital e mesmo o liberalismo econ\u00f3mico que defende a liberdade individual,&nbsp; baseiam-se na propriedade privada e na lei da oferta e da procura.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Considerando que o dinheiro n\u00e3o nasce, os bens conseguem-se com o trabalho. Manter&nbsp; com qualidade de vida quem pode trabalhar e se recusa a trabalhar, vivendo \u00e0 custa de quem trabalha, n\u00e3o \u00e9 legal nem moralmente poss\u00edvel. Titular de xen\u00f3fobos ou racistas os Portugueses de bem, que num regime capitalista, n\u00e3o socialista,&nbsp; defendem a sua cidadania, igualdade&nbsp; e territ\u00f3rio,&nbsp; pois se uns trabalham duro para ter uma habita\u00e7\u00e3o, outros t\u00eam-na de borla, tem sa\u00fade de borla e a alimenta\u00e7\u00e3o fornecida em bancos alimentares. \u00c9 sem vergonhice e chulice.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Assim, xen\u00f3fubos e racistas s\u00e3o os que&nbsp; exigem, n\u00e3o trabalham nem pagam impostos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A solu\u00e7\u00e3o pol\u00edtica da habita\u00e7\u00e3o, pelas decis\u00f5es que tomam,&nbsp; nunca existiu, porque nestas circunst\u00e2ncias n\u00e3o tem solu\u00e7\u00e3o. \u00c9 falada nas elei\u00e7\u00f5es para obter votos, mas \u00e9 falsa essa preocupa\u00e7\u00e3o e meia d\u00fazia de pol\u00edticos ao falar na comunica\u00e7\u00e3o social expressando ser a vontade de todos,&nbsp; n\u00e3o podem vincular a decis\u00e3o como a vontade&nbsp; dos cidad\u00e3os. As poderosas ag\u00eancias de comunica\u00e7\u00e3o dos partidos e governo,&nbsp; para vender imagem p\u00fablica, lan\u00e7am not\u00edcias que os promovem e a toda a pressa, a constru\u00e7\u00e3o de habita\u00e7\u00f5es de baixa renda para alojamento de estrangeiros, enquanto que os Portugueses vivem em condi\u00e7\u00f5es prec\u00e1rias, das piores&nbsp; da Europa, pois o dinheiro n\u00e3o chega para o aquecimento no frio da maioria dos cidad\u00e3os.<\/p>\n\n\n\n<p>Num Pa\u00eds onde a pobreza e exclus\u00e3o social \u00e9 de 19,7%;&nbsp;&nbsp; 17% das crian\u00e7as est\u00e3o em pobreza;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 25,6% dos Portugueses est\u00e3o abaixo da linha de pobreza; \u00c9 legitimo dizer \u201c que m\u2026 de governa\u00e7\u00e3o \u00e9 esta?\u201d. Ver a preocupa\u00e7\u00e3o dos governantes com os estrangeiros indiferentes aos problemas de quem paga impostos, n\u00e3o \u00e9 admiss\u00edvel. Prestar servi\u00e7os gratuitos a estrangeiros de pa\u00edses sem a reciprocidade, n\u00e3o \u00e9 admiss\u00edvel. Principalmente quando s\u00e3o Pa\u00edses enormes, com colossal popula\u00e7\u00e3o, com muita riqueza como \u00e9 o caso do Brasil, que de reciprocidade n\u00e3o tem nada e pela riqueza que&nbsp; o Pa\u00eds tem.<\/p>\n\n\n\n<p>Relativamente \u00e0 \u00cdndia, \u00e9 o Pa\u00eds mais populoso do mundo e a terceira maior economia do mundo. Isto n\u00e3o \u00e9 imigra\u00e7\u00e3o de trabalho como o mentiroso governo disse aos Portugueses, mas sim a conquista e a destrui\u00e7\u00e3o do esp\u00edrito de cidadania e lamentavelmente proporcionado por um cidad\u00e3o de origem Indiana.<\/p>\n\n\n\n<p>Permitir a entrada de imigrantes para resid\u00eancia em tamanha quantidade, causou j\u00e1 muitos problemas e muito mais ser\u00e1 com a continuidade destas facilidades. Um dia, talvez da pior forma, ser\u00e1 aplicada a solu\u00e7\u00e3o,&nbsp; por imposi\u00e7\u00e3o dos cidad\u00e3os, com&nbsp; a revoga\u00e7\u00e3o retroativa da cidadania e&nbsp; de permiss\u00f5es de resid\u00eancia com o retorno aos pa\u00edses de origem.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O dinheiro n\u00e3o chega para as reformas, mas&nbsp; esbanja-se Institui\u00e7\u00f5es e cargos pol\u00edticos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;( Dados obtidos publicamente na internet)<\/p>\n\n\n\n<p>Se os governantes em nome do Estado,&nbsp; assumiram a responsabilidade pelo pagamento das reformas e para isso confiscaram todo o patrim\u00f3nio das Caixas de Previd\u00eancia, para pagarem despesa p\u00fablica, o governo n\u00e3o pode proporcionar o esbanjar de dinheiro p\u00fablico, como&nbsp; Pa\u00eds rico que n\u00e3o \u00e9,&nbsp; para conferir mordomias&nbsp; a estrangeiros e por isso paga aos reformados pens\u00f5es como mendigos.<\/p>\n\n\n\n<p>Come\u00e7a-se pelos mais altos institutos do Estado, onde a concorr\u00eancia para o cargo \u00e9 feroz pelos pol\u00edticos, pelas mordomias&nbsp; que a maioria&nbsp; dos cidad\u00e3os n\u00e3o imaginam e como exemplo s\u00e3o as contas seguintes:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A Presid\u00eancia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A dota\u00e7\u00e3o de dinheiro do OE para a Presid\u00eancia da Rep\u00fablica para 2026 aprovado em 2025 foi de 25,14 milh\u00f5es de euros. \u00c9 uma pipa de massa para gastar \u00e0 balda e com visitas a camaradas pol\u00edticos, de jato privado. Isto justifica a gan\u00e2ncia pelo cargo.<\/p>\n\n\n\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior foi um aumento colossal de dinheiro para gastar sem restri\u00e7\u00f5es do Tribunal de Contas.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste cargo, at\u00e9 2023, a dota\u00e7\u00e3o foi de 16,8 milh\u00f5es de euros.<\/p>\n\n\n\n<p>Para 2024 cresceu para 17,8 milh\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Para 2025, foram 18,96 milh\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Aqui, a infla\u00e7\u00e3o para 2026 , passou para 25,14 milh\u00f5es, \u00e9 elevada em valores exorbitantes.<\/p>\n\n\n\n<p>Ser\u00e1 que isto n\u00e3o \u00e9 um suborno do Sr. Presidente?<\/p>\n\n\n\n<p>Nos primeiros&nbsp; quatro anos deste mandato, o Sr. Presidente gastou 1,75 milh\u00f5es de euros s\u00f3 em aluguer de carros, sem considerar a despesa com os permanentes que s\u00e3o muitos e muito caros ou ent\u00e3o&nbsp; a \u201climousine\u201d \u00e9 cara ou viajou muito.<\/p>\n\n\n\n<p>Porque raz\u00e3o t\u00eam os Presidentes direitos a uma mordomia permanente ap\u00f3s o mandato? Tudo na pol\u00edtica s\u00e3o tachos. Passam a ser uma casta de pessoas. Quem assume um cargo p\u00fablico deveria faz\u00ea-lo&nbsp; pelo dever de cidadania. Sendo a sociedade civil a eleger os governantes, sem subven\u00e7\u00f5es vital\u00edcias, seguramente que n\u00e3o faltar\u00e3o candidatos.<\/p>\n\n\n\n<p>Como ser\u00e1 poss\u00edvel que na casa rosa de Bel\u00e9m de um pa\u00eds pobre para os cidad\u00e3os e rico para os pol\u00edticos,&nbsp; consuma tanto dinheiro p\u00fablico para a a\u00e7\u00e3o pol\u00edtica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A Assembleia da Rep\u00fablica<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O Or\u00e7amento de Estado para 2025, deu uma dota\u00e7\u00e3o de verba para a Assembleia da Rep\u00fablica no valor de 136,2 milh\u00f5es, sendo 90 milh\u00f5es para ordenados e abonos. Tem 230 deputados.<\/p>\n\n\n\n<p>Individualmente cada um tem um custo de quase 400,000,00\u20ac por ano&nbsp; de remunera\u00e7\u00f5es por ano.<\/p>\n\n\n\n<p>O custo total ao Estado em m\u00e9dia&nbsp; por cada Deputado \u00e9 de pouco menos de 600.000,00\u20ac por ano.<\/p>\n\n\n\n<p>O valor anual assusta, mas repete-se todos os anos e custa muito aos contribuintes que trabalham e pagam impostos porque para eles n\u00e3o faz diferen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>As empresas p\u00fablicas as funda\u00e7\u00f5es etc., s\u00e3o outros exemplos de consumidores de dinheiro p\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O mal do Pa\u00eds&nbsp;&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O mal do mundo de hoje, resulta da exist\u00eancia de partidos, com um sistema montado politicamente, para eleger um cidad\u00e3o, que mentindo consegue ser eleito. A quem o mandatou com o poder de governar,&nbsp; depois com o freio nos dentes, investe contra eles perante a reivindica\u00e7\u00e3o. Este poder n\u00e3o dever\u00e1 estar&nbsp; nas m\u00e3o de um, para estar nas m\u00e3os da maioria dos cidad\u00e3os, que se pronunciar\u00e3o em referendo e com mesmo o poder destituir, porque a vontade do povo sobrep\u00f5e-se ao interesse do Presidente. S\u00e3o outros tempos.<\/p>\n\n\n\n<p>A atribui\u00e7\u00e3o do poder a um \u00fanico cidad\u00e3o, facilita o aparecimento de&nbsp; ditadores e nunca foram tantos em simult\u00e2neo, criminosos e loucos como o putim, o trump, o norte coreano, a m\u00famia paral\u00edtica chinesa que n\u00e3o fala, n\u00e3o ri nem chora e o atual prisioneiro venezuelano.<\/p>\n\n\n\n<p>A Constitui\u00e7\u00e3o diz que todos os cidad\u00e3os, t\u00eam direito de voto, mas s\u00f3 exclusivamente&nbsp; atrav\u00e9s dos partidos. Por\u00e9m, para quem vota em branco, o seu voto serve para a estat\u00edstica. A maioria dos cidad\u00e3os s\u00e3o&nbsp; impedidos de participarem politicamente na governa\u00e7\u00e3o do Pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exemplos da consequ\u00eancia da imigra\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Por exemplo, em 2025 relativamente ao Brasil, eram estes os valores:<\/p>\n\n\n\n<p>A popula\u00e7\u00e3o Brasileira que \u00e9 de 213.4 milh\u00f5es, 5% representam 10. 670.000 pessoas. Este valor&nbsp; \u00e9 superior \u00e0 popula\u00e7\u00e3o Portuguesa.<\/p>\n\n\n\n<p>A popula\u00e7\u00e3o Portuguesa que \u00e9 de <strong>10,4 milh\u00f5es,<\/strong> 5% da popula\u00e7\u00e3o representam <strong>520.000<\/strong> pessoas.<\/p>\n\n\n\n<p>A imigra\u00e7\u00e3o Portuguesa no Brasil ser\u00e1 de <strong>146 700<\/strong> pessoas em rela\u00e7\u00e3o a&nbsp; <strong>213 400 000<\/strong> representa 0,68% da popula\u00e7\u00e3o Brasileira.<\/p>\n\n\n\n<p>A imigra\u00e7\u00e3o do Brasil em Portugal \u00e9 superior a <strong>500.000<\/strong> pessoas em rela\u00e7\u00e3o a <strong>10 400 000<\/strong>&nbsp;&nbsp; representa 0,025% da popula\u00e7\u00e3o Brasileira.<\/p>\n\n\n\n<p>Estes <strong>0,025%<\/strong>, relativamente ao Brasil \u00e9&nbsp; um n\u00famero \u00ednfimo mas&nbsp; s\u00e3o quase <strong>5% <\/strong>da popula\u00e7\u00e3o Portuguesa. <strong>N\u00e3o \u00e9 imigra\u00e7\u00e3o \u00e9 uma invas\u00e3o. Onde est\u00e1 a reciprocidade?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Quando o Chefe de Governo vai \u00e0 sua origem, chamar os conterr\u00e2neos,&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O Sr Primeiro Ministro, foi \u00e0 \u00cdndia e Pa\u00edses limitrofes, mostrar que a fam\u00edlia saiu&nbsp; e conquistou Portugal, pois j\u00e1 era Chefe do Governo. Foi o mesmo que dizer, venham para Portugal, e sendo muitos&nbsp; conquistamos aquela terra. O problema foi que vieram mesmo. Ver na televis\u00e3o, um cidad\u00e3o daquela regi\u00e3o dizer que \u201caqui a terra n\u00e3o era de ningu\u00e9m por isso tinha direito de estar aqui\u201d. Isto \u00e9 um mau press\u00e1gio.<\/p>\n\n\n\n<p>Acontece que&nbsp; os Portugueses&nbsp; h\u00e1 muitos s\u00e9culos administravam uma nesga de terra na \u00cdndia, quando em 1961, o Sr. Nero invadiu&nbsp;&nbsp; com o ex\u00e9rcito essa nesga de terreno, prendeu os poucos&nbsp; Portugueses e obrigou os poucos militares a renderem-se ou seriam chacinados. Agora cerca de cem mil e&nbsp; outros tantos&nbsp; vizinhos invadem Portugal e exploram os Portugueses.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2024, haviam 346.800 estrangeiros registados como trabalhadores,&nbsp; mas trabalhavam 302.200 e 44.600 desempregados. As estat\u00edsticas dizem que o desemprego de estrangeiros \u00e9 de 12% o dobro do nacional. Isto n\u00e3o \u00e9 entrada de trabalhadores, \u00e9 a teta do desemprego e um neg\u00f3cio para as m\u00e1fias da imigra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O desemprego, \u00e9 uma situa\u00e7\u00e3o dif\u00edcil de explicar. A m\u00e9dia de cidad\u00e3os no desemprego inscritos no Instituto de Emprego em 2025 foi de&nbsp; 6%, que em n\u00fameros no 3\u00ba trimestre eram 326.600 pessoas desempregadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Os cidad\u00e3os sem trabalho que frequentaram os Centros de Forma\u00e7\u00e3o Profissional em 2025,&nbsp;&nbsp; foram 620.000. Quem est\u00e1 inscrito nos Centros de Forma\u00e7\u00e3o, \u00e9 retirado da lista de desempregados.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 interessante verificar que os governantes escondem a realidade do facto que representa valores diferentes. Dizer que 6%, \u00e9 um n\u00famero insignificante sem interesse, mas n\u00e3o o \u00e9, porque se dissessem 326.000 pessoas, esse n\u00famero j\u00e1 causava preocupa\u00e7\u00e3o e questiona-se, porqu\u00ea tanta gente no desemprego, com tanta falta de m\u00e3o de obra, que \u00e9 necess\u00e1rio importar? Isto s\u00e3o candidatos permanentes&nbsp; a ocupar um posto de trabalho. N\u00e3o h\u00e1 falta de m\u00e3o-de-obra. H\u00e1 muita gebte fora das estat\u00edsticas.<\/p>\n\n\n\n<p>Isto sem contar com o n\u00famero de cidad\u00e3os de etnia cigana, que \u00e9 em m\u00e9dia 50.000 pessoas. Poucos entenderam ser necess\u00e1rio estudar e integrar-se at\u00e9 com forma\u00e7\u00e3o superior, porque viver \u00e0 custa de quem trabalha \u00e9 melhor. Isto n\u00e3o \u00e9 xenofobia, \u00e9 a realidade do aproveitamento esperto das facilidades, que seriam transit\u00f3rias, se transformaram em vital\u00edcias.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas h\u00e1 quem os&nbsp; apoie e aos emigrantes tamb\u00e9m, como forma captar votos.<\/p>\n\n\n\n<p>O governo deveria explicar aos cidad\u00e3os,&nbsp; como \u00e9 poss\u00edvel um Pa\u00eds, integrado na UE, ter quase um milh\u00e3o de cidad\u00e3os, com for\u00e7a de trabalho,&nbsp;&nbsp; que est\u00e1 inativo e a receber dinheiro, quando&nbsp; h\u00e1 empresas&nbsp; com falta de m\u00e3o de obra.<\/p>\n\n\n\n<p>Por\u00e9m, para complicar ainda mais o racioc\u00ednio e entender como foi poss\u00edvel governantes, andarem em viagens a convidar estrangeiros para vir trabalhar para Portugal com necessidade de cerca 400.000&nbsp; cidad\u00e3os&nbsp; trabalhadores.<\/p>\n\n\n\n<p>Por\u00e9m em vez de 400.000, entraram 1. 500.000 imigrantes. Estat\u00edsticas dizem que s\u00f3 a constru\u00e7\u00e3o civil tem um deficit de 80.000 trabalhadores. Na hotelaria 15.000&nbsp; e por a\u00ed adiante.<\/p>\n\n\n\n<p>Com estes n\u00fameros, os&nbsp; Portugueses sabem que o problema \u00e9 a incompet\u00eancia, a corrup\u00e7\u00e3o e desonestidade dos partidos e pol\u00edticos, porque a m\u00e1fia da imigra\u00e7\u00e3o d\u00e1 muito dinheiro.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 de tal forma absurdo, porque os nacionais t\u00eam dificuldade em consulta m\u00e9dica e assist\u00eancia, quando basta comprar uma passagem a\u00e9rea, para passear e ter a sa\u00fade de borla. E um atentado contra o Estado de Direito, com a coniv\u00eancia dos governantes.<\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp; aflu\u00eancia de emigrantes ao servi\u00e7o de sa\u00fade, por vezes parece que os nacionais \u00e9 que est\u00e3o noutro Pa\u00eds e com facilidade s\u00e3o atendidos preferencialmente, porque se n\u00e3o foram, est\u00e3o perante uma situa\u00e7\u00e3o de racismo,viola\u00e7\u00e3o de direitos e amea\u00e7am com&nbsp; uma queixa policial ou em Tribunal sem pagar taxa de justi\u00e7a. \u00c9 como entrar um amigo na nossa casa, logo manda e o dono da casa obedece.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m de&nbsp; que,&nbsp; com um contrato de&nbsp;&nbsp; trabalhado fict\u00edcio, nos termos da lei, pode trazer os pais, assim, um imigrante ao descontar 95,00\u20ac para a Seguran\u00e7a Social, se vier com a mulher e um filho, no m\u00ednimo, e se cada c\u00f4njuge, pode trazer os pa\u00eds, ser\u00e3o mais quatro pessoas e assim ser\u00e3o sete.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas se vieram tamb\u00e9m os sogros, que podem tamb\u00e9m usufruir de borla, ser\u00e3o mais quatro, no total de onze pessoas. Ser\u00e3o muitas pessoas a consumir servi\u00e7os p\u00fablicos, principalmente na sa\u00fade para o que&nbsp;&nbsp; n\u00e3o pagaram um chavo. Mas n\u00e3o fica por aqui, pois ainda recebe abono de fam\u00edlia no escal\u00e3o mais elevado e tendo a nacionalidade, v\u00e3o ter&nbsp; todos&nbsp; uma reforma sem nunca terem descontado um chavo.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 na sa\u00fade que as consequ\u00eancias desta anarquia s\u00e3o vis\u00edveis, porque nas escolas a dificuldade \u00e9 maior, pela falta de professores e a quantidade de alunos que necessitam de apoio especial, exigem e t\u00eam.<\/p>\n\n\n\n<p>Sempre houve dificuldade de creches para as crian\u00e7as portuguesas, mas para os imigrantes o governo&nbsp; proporciona lugar. Se antes n\u00e3o havia dinheiro e agora h\u00e1, de onde veio?<\/p>\n\n\n\n<p>A verdade \u00e9 que a Seguran\u00e7a Social j\u00e1 estava falida agora est\u00e1 muito pior e mais ficar\u00e1 pelas presta\u00e7\u00f5es que&nbsp; de direito pela Constitui\u00e7\u00e3o, s\u00e3o atribu\u00eddos aos emigrantes e residentes.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A imigra\u00e7\u00e3o e cidadania que afeta as reformas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 uma crise social, que os \u00faltimos governos criaram e tiram proveito dela para os votos, mas os cidad\u00e3os sofrem as consequ\u00eancias e ficam submissos, porque \u00e9 a \u00edndole natural na origem e hist\u00f3ria dos Portugueses.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 uma crise que se resolve&nbsp; pela&nbsp; cria\u00e7\u00e3o de&nbsp; um sistema de referendos eletr\u00f3nico,&nbsp; atrav\u00e9s do Cart\u00e3o de Cidad\u00e3o em equipamento adequado, num sistema fechado do Estado para que os cidad\u00e3os aprovem decis\u00f5es importantes para o Pa\u00eds, com a necess\u00e1ria frequ\u00eancia.&nbsp; O restabelecimento da cidadania aos naturais \u00e9 fundamental, porque&nbsp; nunca foram informados antes&nbsp; da inten\u00e7\u00e3o do Primeiro Ministro, vandalizar o conceito de cidadania e vend\u00ea-la como mercadoria na mercearia.<\/p>\n\n\n\n<p>Regressar ao Sistema das Caixas de Previd\u00eancia dos Trabalhadores, com a gest\u00e3o dos descontos para a assist\u00eancia aos trabalhadores, acaba o problema das reformas.<\/p>\n\n\n\n<p>Para todos os cidad\u00e3os ser\u00e1 estabelecido um valor m\u00ednimo e um&nbsp; m\u00e1ximo para as reformas, sem exce\u00e7\u00f5es, mesmo indiretamente ou disfar\u00e7adas de subven\u00e7\u00f5es vital\u00edcias, porque n\u00e3o ser\u00e3o mais admitidas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>As Institui\u00e7\u00f5es do Estado, ter\u00e3o teto m\u00e1ximo de ordenados, para evitar esc\u00e2ndalos como o de Governador do Banco de Portugal,&nbsp; entidades reguladoras e empresas, que s\u00e3o um assalto ao Estado;<\/p>\n\n\n\n<p>A Seguran\u00e7a Social, como apoio social, passar\u00e1 para \u201cInstitui\u00e7\u00e3o do Estado\u201d, para o apoio social aos cidad\u00e3os, com verbas do Or\u00e7amento de Estado;<\/p>\n\n\n\n<p>Altera\u00e7\u00e3o do sistema pol\u00edtico, porque o atual \u00e9 um \u201cring de boxe\u201d, andam sempre ao murro uns com os outros e quando governam \u00e9 no interesse pessoal com o benef\u00edcio dos potentados econ\u00f3micos&nbsp; com o recebimento de benef\u00edcios.<\/p>\n\n\n\n<p>Altera\u00e7\u00e3o da Constitui\u00e7\u00e3o, com a determina\u00e7\u00e3o do direito de nacionalidade exclusiva para os portugueses naturais e descendentes;<\/p>\n\n\n\n<p>O casamento de estrangeiro com portugu\u00eas, n\u00e3o confere nacionalidade autom\u00e1tica ao outro c\u00f4njuge,&nbsp; somente havendo descendentes, para acabar com o neg\u00f3cio do casamento;<\/p>\n\n\n\n<p>Altera\u00e7\u00e3o da Constitui\u00e7\u00e3o, mantendo os termos do <strong>art\u00ba 108\u00ba, que determina que a titularidade e exerc\u00edcio do poder pertence ao povo,<\/strong> o que n\u00e3o aconteceu<strong>;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Mas alterando o art\u00ba 51\u00ba, em que a liberdade de constitui\u00e7\u00e3o de associa\u00e7\u00f5es \u00e9 um direito fundamental, mas relativamente a partidos pol\u00edticos&nbsp; como est\u00e1 descrito na Constitui\u00e7\u00e3o, <strong>ser atrav\u00e9s deles concorrer democraticamente para a organiza\u00e7\u00e3o do poder pol\u00edtico,<\/strong> o que foi um golpe pol\u00edtico em cima de um golpe militar no meio de muito confus\u00e3o social, pelo que deve ser exclu\u00edda;<\/p>\n\n\n\n<p>Saiu-se de&nbsp; ditadura relativa de Marcelo, diferente da ditadura de Salazar, para outra ditadura de um partido,&nbsp; que se foi degradando at\u00e9 ficar moribunda e podre e&nbsp; mais consumidora de dinheiro p\u00fablico;<\/p>\n\n\n\n<p>Os estrangeiros residentes, s\u00f3&nbsp; usufruem dos servi\u00e7os p\u00fablicos mediante pagamento ou garantia de pagamento;<\/p>\n\n\n\n<p>A Autoriza\u00e7\u00e3o de resid\u00eancia, fica dependente de contrato de trabalho ou atividade econ\u00f3mica, com pagamento de impostos efetivo;<\/p>\n\n\n\n<p>Os direitos sociais&nbsp; cidad\u00e3os consagrados na Constitui\u00e7\u00e3o&nbsp; passam&nbsp; depender depender do Or\u00e7amento do Estado.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Os estrangeiros entrando no Pais e violando a lei ao entrar e permanecer sem garantia de proveitos financeiros para a subsist\u00eancia, ser\u00e3o notificados para sair do Pa\u00eds;<\/p>\n\n\n\n<p>O investimento no Pa\u00eds, depende da prova de legalidade do capital de investimento, porque oligarcas j\u00e1 existem muitos e que n\u00e3o pagam impostos no Pa\u00eds, simplesmente lavam dinheiro sujo.<\/p>\n\n\n\n<p>A imigra\u00e7\u00e3o para trabalho, passa a depender do pedido de m\u00e3o de obra apresentado pelas empresas, atrav\u00e9s do Minist\u00e9rio da Economia, nas Embaixadas e Consulados, onde os interessados apresentam o pedido e o candidato apresenta a documenta\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria nos termos da lei, e nessas condi\u00e7\u00f5es, a responsabilidade de alojamento e condi\u00e7\u00f5es de vida fica da responsabilidade das empresas. H\u00e1 pa\u00edses que imp\u00f5em esta condi\u00e7\u00e3o;<\/p>\n\n\n\n<p>Os direitos sociais dos trabalhadores, obt\u00eam-se mediante a efetividade dos descontos para a Caixa de Previd\u00eancia&nbsp; e impostos;<\/p>\n\n\n\n<p>As nacionalidades conferidas neste per\u00edodo an\u00e1rquico de entradas, ser\u00e3o revogadas com retroatividade. A&nbsp; atribui\u00e7\u00e3o de nacionalidade de favor,&nbsp; n\u00e3o de direito a estrangeiros, imp\u00f5e a revoga\u00e7\u00e3o;<\/p>\n\n\n\n<p>A perman\u00eancia no pa\u00eds por per\u00edodo superior a 6 meses, segundo as normas Europeias, sem trabalho e descontos para a Seguran\u00e7a&nbsp; Social determina o cancelamento da autoriza\u00e7\u00e3o de resid\u00eancia;<\/p>\n\n\n\n<p>A revoga\u00e7\u00e3o dos acordos entre pa\u00edses, pelo abuso que representa, pois nos pa\u00edses pequenos, como \u00e9 Portugal, os cidad\u00e3os naturais&nbsp; \u00e9 que sofrem as consequ\u00eancias. A maioria dos Portugueses n\u00e3o entende, como ser\u00e1 isto poss\u00edvel,&nbsp; mas resultou no p\u00f3s revolu\u00e7\u00e3o, quando os estrangeiros que nem conheciam a exist\u00eancia deste pa\u00eds e porque era pobre, n\u00e3o tinha interesse, exceto para os imigrantes das ex-col\u00f3nias, que foi em quantidade absurda;<\/p>\n\n\n\n<p>A aplica\u00e7\u00e3o de direitos iguais \u00e9 absurda e devem ser revogados,&nbsp; entre os pa\u00edses com diferen\u00e7as colossais de territ\u00f3rio, popula\u00e7\u00e3o, recursos naturais como petr\u00f3leo, min\u00e9rios, ouro e diamantes, que nascem da terra,&nbsp; proporcionando muitos d\u00f3lares e com capacidade agr\u00edcola colossal etc., ou seja s\u00e3o ricos, tudo isso&nbsp;&nbsp; confere um rendimento \u201cper capita\u201d enorme em rela\u00e7\u00e3o&nbsp; a Portugal, que \u00e9 um Pa\u00eds pequeno, pobre, sem petr\u00f3leo, poucos min\u00e9rios, escassa agricultura e reduzida popula\u00e7\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p>O exemplo \u00e9 a perturba\u00e7\u00e3o e a mis\u00e9ria a que sujeitaram, tanto a classe m\u00e9dia como os pobres, para conseguir uma habita\u00e7\u00e3o digna, tudo porque a incompet\u00eancia grosseira dos governantes, n\u00e3o conseguiram ver que cada imigrante iria exigir uma habita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Se os Portugueses j\u00e1 n\u00e3o conseguiam fazer repara\u00e7\u00f5es nas&nbsp; habita\u00e7\u00f5es por falta de dinheiro, ao promoverem a vinda de investidores e imigrantes, a lei da oferta e procura que deveriam conhecer, e teria consequ\u00eancias, que&nbsp; na realidade nem isso conhecem, os investidores ao comprarem im\u00f3veis para investimento com a&nbsp; recupera\u00e7\u00e3o, as rendas seriam seguramente mais altas inacess\u00edveis aos Portugueses, mas f\u00e1cil aos imigrantes com mais dinheiro.<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, se as rendas para os propriet\u00e1rios tamb\u00e9m n\u00e3o eram altas para garantir o rendimento e porque o governo n\u00e3o permitia o aumento&nbsp; para as rendas mais econ\u00f3micas&nbsp; pela situa\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica do inquilino, colocava os propriet\u00e1rios a fazerem apoio social aos cidad\u00e3os, o que \u00e9 controverso e demonstra a incapacidade do Governo.<\/p>\n\n\n\n<p>A degrada\u00e7\u00e3o f\u00edsica dos im\u00f3veis, \u00e9 uma consequ\u00eancia clara da falta de vis\u00e3o do Governo, porque num sistema capitalista, o investimento deve ter retorno, para os nacionais,&nbsp; ao reabilitar o im\u00f3vel, vai quer o retorno, mas isso n\u00e3o era permitido. Empurravam para a frente com a barriga o problema, para o pr\u00f3ximo governo.<\/p>\n\n\n\n<p>Pelo aumento da procura por pessoas entradas no Pa\u00eds,&nbsp; a quem a renda n\u00e3o era problema, provocou um aumento&nbsp; avarento das rendas, do que resultou a anarquia absoluta.&nbsp; O que aos senhorios Portugueses n\u00e3o era permitido, os investidores estrangeiros tiveram o caminho livre, inflacionando as rendas, e o consequente desespero&nbsp; dos professores e trabalhadores ao n\u00e3o conseguirem pagar as rendas&nbsp; ficam impossibilitado de trabalhar.<\/p>\n\n\n\n<p>O governo foi em socorro, com uns comprimidos, sem atacar a causa da doen\u00e7a, que \u00e9 clara, o excesso de entrada de pessoas pessoas para residir no Pa\u00eds, criou uma lavandaria legal de dinheiro, come\u00e7ando o governo a dar apoios aos cidad\u00e3os, o que \u00e9 um custo p\u00fablico a acrescentar os benef\u00edcios fiscais dados aos investidores, o que representa a perda de impostos.<\/p>\n\n\n\n<p>Os imigrantes entraram segundo dizia o governo, para cobrir o deficit de m\u00e3o de obra, e diziam tamb\u00e9m restabelecer a economia. O que aconteceu foi que os Portugueses pagaram o custo da imigra\u00e7\u00e3o e&nbsp; a garantia de pagarem toda a vida este erro pol\u00edtico.<\/p>\n\n\n\n<p>Estaremos poucos de n\u00f3s a trabalhar para lhes proporcionar condi\u00e7\u00f5es de vida que n\u00e3o as conseguem no Pa\u00eds de origem, o que seria um&nbsp; problema deles. Isto \u00e9 agravado com o facto dos Portugueses mais pobres n\u00e3o conseguirem ter acesso aos benef\u00edcios pelas condicionantes que imp\u00f5em e principalmente na habita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o havendo&nbsp; reciprocidade em igualdade num\u00e9rica entre os pa\u00edses, esses direitos n\u00e3o devem existir. \u00c9 um pressuposto que exige que os cidad\u00e3os Portugueses se pronunciem.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>&nbsp;A governan\u00e7a do Pa\u00eds<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A administra\u00e7\u00e3o do Pais, n\u00e3o sendo posta a referendo, com esta elei\u00e7\u00e3o de Presidente, nas pr\u00f3ximas ser\u00e1 o \u201cvoto em branco\u201d, que nos termos da Constitui\u00e7\u00e3o, \u201c\u00e9 v\u00e1lido mas n\u00e3o vale nada\u201d, mas \u00e9 efetivamente&nbsp; o voto da maioria&nbsp; que s\u00e3o os cidad\u00e3os. Em todo o mundo, o mal do pa\u00eds \u00e9 consequ\u00eancia de um cidad\u00e3o de um partido.<\/p>\n\n\n\n<p>Fala-se no problema da Regionaliza\u00e7\u00e3o. Nunca se chega a uma conclus\u00e3o da forma.<\/p>\n\n\n\n<p>O problema resolve-se com a mudan\u00e7a e&nbsp; pode come\u00e7ar efetivamente pela base, com&nbsp; a participa\u00e7\u00e3o dos cidad\u00e3os na elei\u00e7\u00e3o do Presidente da Junta de Freguesia, que \u00e9 quem, mais conhece do local por serem ali nascidos.<\/p>\n\n\n\n<p>As freguesias estando agregadas a um Munic\u00edpio, os Presidentes das Juntas de Freguesia, ser\u00e3o os Vereadores na Assembleia Municipal como&nbsp; verdadeiros defensores dos interesses dos&nbsp; fregueses&nbsp;&nbsp; e das freguesias do Munic\u00edpio. Assim,&nbsp; os Presidentes de Junta, deixam de mendigar ao Presidente da C\u00e2mara as obras, que&nbsp; geralmente s\u00e3o feitas segundo a cor do partido.<\/p>\n\n\n\n<p>Cada&nbsp; Munic\u00edpio&nbsp; ter\u00e1 tantos Vereadores, quantas as Juntas de Freguesia,&nbsp; para defenderem o interesse das Freguesias e o Munic\u00edpio. Nenhuma \u00e9 exclu\u00edda.<\/p>\n\n\n\n<p>Como o Pa\u00eds tem 308 Munic\u00edpios, os Presidentes de C\u00e2mara, ser\u00e3o os representantes do povo na Assembleia da Rep\u00fablica e ser\u00e3o 308 Deputados, a verdadeira representa\u00e7\u00e3o dos&nbsp; cidad\u00e3os locais na gest\u00e3o p\u00fablica do Pa\u00eds, dos Munic\u00edpios e Freguesias.<\/p>\n\n\n\n<p>Com uma elei\u00e7\u00e3o, resolve-se&nbsp; o problema das elei\u00e7\u00f5es aut\u00e1rquicas e legislativas sem gastar muito dinheiro.<\/p>\n\n\n\n<p>Nas \u00faltimas legislativas,&nbsp; o Governo&nbsp; pagou&nbsp; 20 milh\u00f5es\/ ano aos&nbsp; aos partidos . Cada voto valia 3,483\u20ac.<\/p>\n\n\n\n<p>As \u00faltimas aut\u00e1rquicas custaram 9,5 milh\u00f5es de euros. Por cada voto no partido, recebe 3,75\u20ac.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 essa a raz\u00e3o pela qual muita gente nova se mete logo na escola dos partidos, para aprender as manig\u00e2ncias da mentira e trai\u00e7\u00e3o para o poder e assim se lambuzar \u00e0 vontade em tanta massa.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, com uma elei\u00e7\u00e3o se resolve a governa\u00e7\u00e3o do Pais e&nbsp; essa conversa fiada e lenga lenga das \u201cRegi\u00f5es\u201d, deixa de existir, porque s\u00e3o tachos,&nbsp; um antro de corrup\u00e7\u00e3o, e a representa\u00e7\u00e3o ser\u00e1 proporcional ao n\u00famero de habitantes.&nbsp;&nbsp; Os grandes Munic\u00edpios ter\u00e3o maior n\u00famero de deputados com a verdadeira defesa dos interesses da regi\u00e3o. Hoje&nbsp; muitos Deputados eleitos por regi\u00f5es n\u00e3o a conhecem e&nbsp; nem l\u00e1 aparecem depois de eleitos o que \u00e9 um absurdo.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 bom que os cidad\u00e3os entendam, que se agora j\u00e1 \u00e9 dif\u00edcil a vida, quando mais tarde e os imigrantes forem pedindo a reforma a que t\u00eam direito moralmente,&nbsp; a mis\u00e9ria dos mais pobres \u00e9 garantida. Nessa altura, alguns governantes estar\u00e3o a gozar a reforma em pa\u00edses tropicais, sentados no dinheiro que acumularam em \u201coffshores\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A democracia que o 25 de Abril deu brado com a igualdade, mas foi relativa.&nbsp; A propaganda enganosa dos atuais pol\u00edticos, nada tem de democracia.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Se os reformados est\u00e3o nesta situa\u00e7\u00e3o, foram os pr\u00f3prios que o promoveram, pela passividade e submiss\u00e3o, apoiando os partidos.&nbsp; Assim a n\u00f3s reformados, compete reverter, destituindo os partidos e&nbsp; imporem o equil\u00edbrio nas reformas e a moralidade ao pa\u00eds.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Considera\u00e7\u00e3o final<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Por fim, refere-se o excerto&nbsp; da can\u00e7\u00e3o do Zeca Afonso, o famoso hino \u00e0 liberdade, \u201ctraz um amigo Tamb\u00e9m\u201d. Os problemas resolvem-se com a express\u00e3o da vontade dos cidad\u00e3os e a maioria com o voto orienta o rumo da administra\u00e7\u00e3o do Pa\u00eds, fundamentalmente com a extin\u00e7\u00e3o dos partidos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>O art\u00ba 108\u00ba, que determina que a titularidade e exerc\u00edcio do poder pertence ao povo,<\/strong> <strong>n\u00e3o aos partidos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Assim, n\u00e3o \u00e9 de favor, \u00e9 de direito&nbsp; votar na cidadania fora dos partidos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Isto implica a dissolu\u00e7\u00e3o da Assembleia, a cria\u00e7\u00e3o de nova Constitui\u00e7\u00e3o adaptada aos dias de hoje, que n\u00e3o ter\u00e1 imunidades a governantes.&nbsp; A reposi\u00e7\u00e3o do respeito pelos cidad\u00e3os Portugueses de naturalidade,&nbsp; com a reserva da sua cidadania que quase j\u00e1 n\u00e3o existe.&nbsp; O respeito pelos direitos dos cidad\u00e3os e reformados a uma vida digna, cortando as reformas milion\u00e1rias com a imposi\u00e7\u00e3o de um valor m\u00e1ximo que garanta qualidade de vida de todos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Estes problemas, dependem do Presidente da Rep\u00fablica. O cargo de&nbsp; Presidente seria apartid\u00e1rio nos termos da Constitui\u00e7\u00e3o, mas foi&nbsp; assumido&nbsp; na pr\u00e1tica, em que cada partido tem o seu presidente. N\u00e3o governa, s\u00f3 aprova ou recusa os atos do governo, mas pode ser obrigado a aprovar.&nbsp; Fica&nbsp; com o direito de dissolu\u00e7\u00e3o da Assembleia e destituir o governo.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Condom\u00ednio dos reformados O que \u00e9 \u00c9 um movimento dos reformados de hoje e dos os que o ser\u00e3o, para exigir o respeito pela cidadania&nbsp; dos reformados no usufruto os seus direitos e uma vida digna, conforme o determina a Constitui\u00e7\u00e3o. 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